The Walking Dead 1×02 – “Guts”: Sneak Peek

Trailer do segundo episódio de “The Walking Dead” que estreiou na FOX dia 31 de outubro com muito sucesso! O video tem legenda em espanhol mais da para dar uma olhada por cima sobre o que irá acontecer.

Quem assistiu o primeiro episódio, deixa o comentário aqui!

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Wall Street (1987)

E em um dos maiores sucessos de Oliver Stone…

https://i0.wp.com/www.viewclips.net/wp-content/uploads/2010/09/Wall-Street-1987.jpg

Charlie Sheen é Bud Fox , um corretor da bolsa de valores de uma firma. Seu trabalho é ligar para investidores para serem novos clientes seu. Durante um periodo do filme ele fica ligando e ligando para Gordon Gekko, um dos tubarões de Wall Street, sem sucesso, no aniversário de Gekko ele resolve levar uma caixa de charutos cubanos no escritório dele. È aqui que ele tem a chance de tentar entrar nos negócios com Gekko, para isso estava disposto a tudo. Então ele dá informações “secretas” que seu pai passou para ele.

Gekko usa a informação para render muita grana, e da um cheque gordo a Fox. Isso abre novas portas de negócios com Gekko para Fox. Mais no jogo de Gordon o que ele precisa é informações ilegais para ele poder gerar mais grana e continuar no jogo que ele nunca perde.Nisso Bud Fox quer muito ser como Gekko e então ele entra nessa brincadeira de fazer coisas ilegais.
Só que uma vez que Gekko está com a companhia áerea do pai de Fox na sua mão, irá querer liquidar assim como quer liquidar qualquer coisa. E ai pesa na conciencia de Bud Fox, já que em parte ele era culpado.

Michael Douglas se encaixou tão bem no papel que neste filme , saiu seu Oscar de melhor ator. Stone critíca a mentalidade capitalista que torna Michael Douglas um ganancioso que tem tanta grana que o propósito de tudo não é a grana, é continuar no jogo, sem perder.

Não temo que seja essencial para o segundo filme, já que ainda não o assisti, porém no primeiro filme o foco está na carreira de Bud Fox, e ele só aparece de pião no segundo filme pelo que li. Mesmo assim, fica minha indicação para quem quiser ver o filme.

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127 Hours (2010)

Após “Quem quer ser um milionário?” Danny Boyle volta com 127 Hours , um filme baseado nos livros de Aron Ralston (James Franco), um alpinista que ficou 127 horas com seu corpo preso entre pedras e necessitou tomar medidas drásticas para sobreviver.
Trailer Oficial Legendado:

E para quem quiser, Aron contando a história dele e tudo mais, não sei se eu conseguiria fazer o que este carinha fez.

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Grandes Filmes que Venceram o OSCAR de 1980 – 1989/ parte II

Continuando nossa jornada aos filmes da Década de 80…

Agora são os Filmes de 1985 – 1989….

6º Amadeus (1985)

Esse filme é uma verdadeira Loucura….

O roteiro é baseado na peça homônima do próprio Shaffer, livremente inspirado nas vidas dos compositores Wolfgang Amadeus Mozart e Antonio Salieri, que viveram em Viena, na Áustria, durante a segunda metade do século XVIII. Este  filme foi indicado para 53 prêmios, e recebeu 40, incluindo oito Oscars (entre eles o de melhor filme), quatro prêmios BAFTA, quatro Globos de Ouro e um prêmio DGA.

(Não falei que era uma loucura !!!)

Elenco:

Sinopse:

O filme se inicia em 1823, quando Salieri, já velho, tenta cometer suicídio, cortando sua garganta enquanto grita por perdão, por ter matado Mozart, há muito já falecido. Após ser internado num hospício, é visitado por um jovem padre, que procura obter a sua confissão. Salieri está amargo e pouco interessado; porém eventualmente fica à vontade com o padre e inicia uma longa “confissão” sobre seu relacionamento com Mozart. As cenas deste diálogo voltam, ao longo do filme, como se a trama estivesse sendo narrada por Salieri para o padre, durante toda uma noite, até o início da manhã seguinte.

Salieri relembra sua juventude, em particular sua devoção a Deus e seu amor pela música, e como ele prometeu a Deus permanecer celibatário, como forma de sacrifício, se pudesse devotar, de alguma maneira, sua vida à música. Descreve como os planos de seu pai para ele envolviam os negócios, porém sugere que a sua morte repentina, engasgado durante uma refeição, teria sido “um milagre” que permitiu que Salieri fosse atrás de uma carreira musical. Sua narrativa vai então para o início de sua vida adulta, quando se junta à elite cultural da Viena do século XVIII (“cidade dos músicos“); Salieri começa sua carreira como um homem devoto e temente a Deus, que acredita que seu sucesso e talento como compositor são recompensas divinas por sua fé, e está satisfeito como compositor da corte para o imperador do Sacro Império Romano-Germânico José II.

Mozart chega em Viena com o seu mecenas, o conde Hieronymus von Colloredo, arcebispo de Salzburgo. Enquanto Salieri observa Mozart secretamente, no palácio do arcebispo, sem ser apresentado a ele, e o percebe como uma pessoa irreverente e lasciva, ao mesmo tempo em que reconhece o imenso talento de suas obras. Em 1781, quando Mozart é apresentado ao imperador, Salieri presenteia ao jovem compositor uma “Marcha de Boas-Vindas”, que ele havia tido certo trabalho para terminar; nesta mesma reunião, Mozart mostra pela primeira vez sua tradicional risada infantil, que é ouvida pelo resto do filme. Após ter ouvido a marcha apenas uma vez, Mozart espontaneamente “improvisa” com a peça, sem fazer muito esforço, e transforma a “brincadeira” de Salieri na melodia da ária “Non più andrai”, de sua ópera As Bodas de Fígaro.  Salieri fica abalado com a ideia de que Deus estaria falando através do infantil e petulante Mozart, cuja música ele via como milagrosa. Gradualmente, sua fé é abalada; ele imagina Deus, através da genialidade de Mozart, rindo cruelmente de sua mediocridade musical. Os esforços de Salieri com Deus são intercalados com as cenas que mostram os próprias episódios de Mozart em sua vida em Viena; o orgulho da recepção inicial de sua música, a ira e a incredulidade diante do seu tratamento subsequente pelos italianos na corte do imperador; a felicidade com sua esposa, Constanze, e seu filho, Wolfgang, e o luto pela morte de seu pai, Leopold. Mozart começa a ficar cada vez mais desesperado, à medida que os gastos da família aumentam e as ofertas de trabalho diminuem. Quando Salieri se inteira da situação financeira de Mozart, finalmente enxerga uma chance de se vingar, usando o “Preferido de Deus” como seu instrumento.

Salieri engendra então uma trama complexa, para conquistar a vitória derradeira sobre Mozart e sobre Deus. Vestido com uma máscara e uma capa semelhante à que ele vira Leopold vestindo, ele contrata Mozart para lhe compor uma missa de requiem, com um pagamento adiantado e a promessa de uma quantidade enorme de dinheiro ao término da composição. Mozart aceita e começa a compor sua última obra, o Missa de Requiem em ré menor, sem desconfiar da identidade de seu mecenas misterioso e de seu plano: matar o jovem compositor assim que a obra estivesse completa, para assumir a sua autoria. Ao entrar em detalhes a respeito de como ele poderia cometer esse assassinato, Salieri descreve, arrebatado, a admiração de seus colegas e da corte, enquanto aplaudiriam o seu suposto requiem; apenas ele próprio e Deus saberiam a verdade – que Mozart teria composto um requiem para si próprio, e que Deus só podia assistir enquanto Salieri finalmente recebia a fama e o renome que ele acreditava merecer.

A situação financeira de penúria de Mozart continuava, e as exigências impostas sobre ele pela composição simultânea do Requiem e da Flauta Mágica o levam à completa exaustão; após diversas brigas, Constanze o abandona, levando o filho com ela. Sua saúde, já fragilizada, piora, e ele desmaia durante a performance de estreia da Flauta Mágica. Salieri leva um Mozart extremamente doente para a sua casa, e o ilude para que continue a compor o Requiem, deitado naquele que seria seu leito de morte. Mozart dita a obra para que Salieri a transcreva à partitura (o que de fato teria acontecido, embora não com Salieri e sim com dois de seus pupilos, Joseph Eybler e Franz Xaver Süssmayr), por toda a madrugada. Constanze, arrependida de sua fuga, retorna pela manhã, e ordena a Salieri que vá embora, arrancando os manuscritos das mãos de Salieri e guardando-os. Quando ela vai acordar Mozart, ele já está morto. O Requiem está incompleto, e Salieri só pode assistir enquanto o corpo de Mozart é levado para fora de Viena, onde é enterrado numa vala comum.

O filme termina quando Salieri termina de narrar sua história ao jovem padre, visivelmente abalado. Salieri conclui afirmando que Deus preferiu matar Mozart a permitir que ele, Salieri, partilhasse de uma parcela ínfima de sua glória, e que ele está destinado a ser o “padroeiro da mediocridade”. Salieri então “absolve” o padre de sua próprio mediocridade, e passa a “absolver” os outros pacientes do hospício na medida em que é levado embora em sua cadeira de rodas. O filme se encerra, e antes dos créditos ainda se ouve a cômica risada de Mozart.

Principais Prêmios: Oscar 1985 (EUA). Venceu  nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor ator (F. Murray Abraham), melhor direção de arte (Karel Černý e Patrizia von Brandenstein), melhor figurino (Theodor Pištěk), melhor maquiagem (Dick Smith e Paul LeBlanc), melhor som (Mark Berger, Thomas Scott, Todd Boekelheide e Christopher Newman) e melhor roteiro adaptado (Peter Shaffer). Globo de Ouro 1985 (EUA). Venceu nas categorias de melhor filme – drama, melhor diretor, melhor ator – drama (F. Murray Abrahams) e melhor roteiro. BAFTA 1986 (Reino Unido). Venceu nas categorias de melhor fotografia, melhor edição, melhor maquiagem e melhor som. Prêmio César 1985 (França). Venceu na categoria de melhor filme estrangeiro. Academia Japonesa de Cinema 1986 (Japão). Venceu na categoria de melhor filme estrangeiro. Prêmio David di Donatello 1985 (Itália). Venceu nas categorias de melhor diretor, melhor ator estrangeiro (Tom Hulce) e melhor filme estrangeiro. Prêmio do Los Angeles Film Critics Association 1984 (EUA). Venceu nas categorias de melhor ator (F. Murray Abraham juntamente com Albert Finney por Under the Volcano), melhor diretor, melhor filme e melhor roteiro (Peter Shaffer). Prêmio Eddie (EUA). Venceu na categoria de melhor edição em longa-metragem (Nena Danevic e Michael Chandler). Prêmio do Casting Society of America (EUA). Venceu na categoria de melhor elenco em longa-metragem (Mary Goldberg). Prêmio DGA (EUA). Venceu na categoria de realização notável de um diretor em longa-metragem. Prêmio do Kansas City Film Critics Circle (EUA). Venceu n categoria de melhor ator (F. Murray Abraham). Nastro d’Argento (Itália). Venceu nas categorias de melhor ator – filme estrangeiro (Tom Hulce) e melhor direitor – filme estrangeiro (Miloš Forman).

7º Entre Dois Amores (1986)

Este filme é do genêro drama biográfico que como a história de uma África que poucos sabemos. Foi produzido e dirigido por Sydney Pollack, com os atores Meryl Streep e Robert Redford. O orçamento de Entre Dois Amores foi de 31 milhões de dólares.

(Já disse para vocês que minha atriz favorita é a Meryl Streep, acho ela fantástica e de uma beleza difernte. A cada filme eu me surpreendo mais.)

O roteiro, de Kurt Luedtke, é baseado no livro autobiográfico de Isak Dinesen (pseudônimo de Karen Blixen) chamado Den afrikanske Farm, publicado em Londres em 1937, e em Nova Iorque em 1938, bem como na obra Shadows on the Grass, de Dinesen, e em outras fontes. O papel de Karen teria sido primeiramente oferecido à Audrey Hepburn, antes de ser aceito por Streep – que treinou o sotaque dinamarquês escutando gravações de Dinesen.

Elenco:

Sinopse:

O livro e o filme relatam a história real da baronesa dinamarquesa Karen von Blixen-Finecke, uma mulher independente e forte que dirige uma plantação de café no Quênia, por volta de 1914. Para sua total surpresa, ela se descobre apaixonada pela África e pela sua gente. Casada por conveniência com o Barão Bror von Blixen-Finecke, apaixona-se pelo misterioso caçador Denys Finch Hatton.

Principais Prêmios: Oscar 1986 (EUA). Vencedor nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro adaptado, melhor fotografia, melhor trilha sonora original, direção de arte e melhor som. Globo de Ouro 1986 (EUA). Venceu nas categorias de melhor filme – drama, melhor trilha sonora original – cinema e melhor ator coadjuvante – cinema (Klaus Maria Brandauer). BAFTA 1987 (Reino Unido). Vencedor nas categorias de melhor roteiro adaptado, melhor fotografia e melhor som. Prêmio César 1987 (França). Indicado na categoria de melhor filme estrangeiro. Prêmio Eddie 1986 (American Cinema Editors, EUA). Indicado na categoria de melhor edição. Academia Japonesa de Cinema 1987 (Japão). Indicado como melhor filme estrangeiro. Prêmio David di Donatello 1986 (Itália). Venceu nas categorias de melhor atriz estrangeira (Meryl Streep) e melhor filme estrangeiro.

8º Platoon (1987)

Na minha opinião eu amo e odeio  este filme. Amo porque mostra uma realidade que poucos conseguiram transmitir para as telas e odeio por causa das cenas de horror e violência. Mas não deixa de ser um ótimo filme de Guerra. Este filme é usado na matéria de História, pois é o mais completo sobre o assunto da Guerra do Vietnã.

O roteiro é baseado na experiência pessoal de Oliver Stone na guerra do Vietnã, e num roteiro que ele finalizou por volta de 1976. O orçamento de Platoon foi de 13 milhões de dólares, sendo que arrecadou a quantia de 137 milhões de dólares apenas nas bilheterias.

Elenco:

Sinopse:

O filme mostra os horrores da guerra do Vietnã através dos olhos de Chris, um jovem recruta estadunidense que se alista voluntariamente para o combate.

Na guerra, o jovem trava contato com os sargentos Barnes e Elias: o primeiro, um assassino brutal e psicopata; e o segundo, um pacifista inteligente e sensível.

Curiosidades:

  • As filmagens foram realizadas em seqüência e, a medida que os personagens morriam na tela, os atores eram mandados para casa. A emoção que Charlie Sheen demonstra na cena final, quando ele entra no helicóptero, foi real, pois ele finalmente sabia que estava retornando para casa.
  • Johnny Depp tinha 22 anos de idade na época em que o filme foi realizado e aquela foi a primeira vez que ele saiu dos Estados Unidos, uma vez que as filmagens foram realizadas nas Filipinas.
  • Keanu Reeves recusou o papel de Chris Taylor.
  • O papel de sargento Barnes foi originalmente oferecido a Kevin Costner.

Principais Prêmios: Oscar 1987 (EUA). Vencedor nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor som e melhor montagem. Festival de Berlim 1987 (Alemanha). Vencedor do Urso de Prata de melhor direção (Oliver Stone). Globo de Ouro 1987 (EUA). Vencedor nas categorias de melhor filme – drama, melhor direção (Oliver Stone) e melhor ator coadjvuante (Tom Berenger). Independent Spirit Awards 1987 (EUA). Vencedor nas categorias de melhor filme, melhor diretor (Oliver Stone), melhor fotografia e melhor roteiro. Academia Japonesa de Cinema 1988 (Japão). Venceu na categoria de melhor filme estrangeiro. BAFTA 1988 (Reino Unido). Venceu nas categorias de melhor direção e melhor edição.

9º O Último Imperador (1988)

É um filme co-produzido pelo Reino Unido, Itália, França e China de 1987, do gênero drama biográfico e dirigido por Bernardo Bertolucci.

Quando lançado pela primeira vez, o filme possuia 160 minutos; a versão estendida atualmente disponível em DVD possui 218 minutos. O filme foi escrito por Mark Peploe e Bernardo Bertolucci, e foi considerado um retrato plausível da vida de Aisin-Gioro Pu Yi. Este foi o primeiro longa-metragem a ter autorização do governo da República Popular da China para filmar na Cidade Proibida. O filme ganhou o prêmio Oscar em todas as nove categorias em que foi indicado. 19 mil extras foram utilizados no decorrer das filmagens. Ruocheng Ying, que fez o papel de governador, era, por ocasião das filmagens, o vice-presidente do departamento de Cultura da República Popular da China.

(eu ainda tenho muito medo da China!!!)

Elenco:

  • John Lone …. Pu Yi adulto
  • Joan Chen …. Wang Jung
  • Peter O’Toole …. Flemming Johnson
  • Ruocheng Ying …. o governador
  • Victor Wong …. Chen Pao Shen
  • Dennis Dun …. Big Li
  • Ryuichi Sakamoto …. Masahiko Amakasu
  • Maggie Han …. Jewel
  • Ric Young …. investigador de Foo Shoe
  • Vivian Wu …. Wen Hsiu
  • Chen Kaige …. capitão da Guarda Imperial

Sinopse:

O filme conta a história da vida de Aisin-Gioro Puyi, o último imperador da China Imperial. Com a vitória comunista em 1949 Puyi é entregue para a China – havia sido capturado por tropas soviéticas em 1945, considerado criminoso de guerra, ficara preso em um gulag até essa data. Através de flashes, o último imperador recorda a sua infância, foi proclamado imperador muito precoce, e como teve de viver isolado na Cidade Proibida – palácio imperial chinês localizado no meio de Pequim – com a restauração da república em 1912. Após, ele recorda como tornara-se um imperador fantoche em Manchukuo (1932 – 1945), então, sob o domínio japonês, razão pela qual é julgado pelo tribunal de Crimes de Guerra de Tóquio em 1946. Puyi vive, então, a partir de 1949, em um presídio para reeducação na China até 1959, ano no qual passa a ter uma vida comum em Pequim trabalhando como jardineiro no jardim botânico da cidade. Posteriormente atuou como bibliotecário da “Conferência Consultiva Política do Povo Chinês”. A partir de 1964, tornou-se membro dessa instituição. Escreveu uma autobiografia A primeira metade de minha vida, traduzido em inglês como From Emperor to Citizen. Casado várias vezes (com duas imperatrizes e três concubinas), morreu em 1967 de um câncer renal, sem deixar descendentes.

Principais Prêmios: Oscar 1988 (EUA). Venceu nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor fotografia (Vittorio Storaro), melhor direção de arte, melhor figurino, melhor edição, melhor trilha sonora, melhor som e melhor roteiro adaptado. Prêmio Eddie 1988 (American Cinema Editors, EUA). Venceu na categoria de filme melhor editado. Globo de Ouro 1988 (EUA). Venceu nas categorias de melhor filme – drama, melhor diretor, melhor roteiro e melhor trilha sonora. Academia Japonesa de Cinema 1989 (Japão). Venceu na categoria de melhor filme estrangeiro. BAFTA 1989 (Reino Unido). Venceu nas categorias de melhor filme, melhor figurino e melhor maquiagem. Prêmio César 1988 (França). Venceu na categoria de melhor filme estrangeiro. Prêmio David di Donatello 1988 (Itália). Venceu nas categorias de melhor fotografia, melhor figurino, melhor diretor, melhor edição, melhor produção, melhor cenografia, melhor roteiro e melhor ator coadjuvante (Peter O’Toole). Grammy 1989 (EUA). Venceu na categoria de melhor álbum instrumental composto para o cinema. Prêmio NYFCC 1987 (New York Film Critics Circle Awards, EUA). Venceu na categoria de melhor fotografia.

10º Rain Man (1989)

Este filme é realmente magnifico.  Ele é singular e tem uma ternura que si só o faz ser único. Gênero drama, dirigido por Barry Levinson.

Elenco:

Sinopse: Conta a história de Charlie Babbitt, um jovem que viaja a um hospital psiquiátrico para tentar descobrir quem é o beneficiário da fortuna que seu pai deixara ao falecer, já que para Charlie ele deixara apenas rosas premiadas e um carro. Ao chegar ao hospital, Charlie descobre que o beneficiário é Raymond, um irmão mais velho autista de quem nunca ouvira falar. Para garantir o dinheiro da herança, Charles se aproxima de Raymond, disposto a brigar judicialmente pela guarda legal do irmão. Os dois então viajam pelo país, conhecendo-se e aprendendo a conviver, e passando por inúmeras dificuldades. Aos poucos, o laço entre os dois irmãos ganha força e o dinheiro deixa de ser importante.

Principais Prêmio: Oscar 1989 (EUA).Vencedor nas categorias de Melhor Filme, Melhor Direção (Barry Levinson), Melhor Ator (Dustin Hoffman) e Melhor Roteiro (original). Globo de Ouro 1989 (Associação de Imprensa Estrangeira, EUA). Vencedor nas categorias de Melhor Filme (drama) e Melhor Ator (drama) (Dustin Hoffman). BAFTA 1990 (Inglaterra). Vencedor nas categorias de Melhor Ator (Dustin Hoffman), Melhor Edição e Melhor Roteiro (original). Prêmio César (França). Indicado na categoria Melhor Filme (estrangeiro). Festival de Berlim 1989 (Alemanha). Vencedor na categoria melhor direção (Barry Levinson). Prêmio da Academia Japonesa de Cinema 1990 (Japão). Vencedor na categoria Melhor Filme (estrangeiro). Prêmio Eddie 1989 (American Cinema Editors, EUA). Vencedor na categoria Melhor Edição.

Fiquem Ligados….vamos trazer mais vencedores do OSCAR para Vocês!!!

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Grandes Filmes que Venceram o OSCAR de 1980 – 1989

A Década de 80 tem grandes filmes e bons elementos. Vamos postar aqui os 10 filmes Vencedores do OSCAR desta década, dividos em duas etapas para não cansar a leitura.

A 1ª Etapa são Filmes de 1980 – 1984 e depois de 1985 – 1989.

Vamos aos Vencedores!!!

1º Kramer VS. Kramer (1980)

Um drama familiar sempre é bem-vindo ao OSCAR. E este não seria diferente. Trata-se de separação e traumas de um divórcio mal resolvido.

Elenco:

Sinopse: Para Ted Kramer, o trabalho vem antes da família e Joanna, sua mulher, descontente com a situação, sai de casa, deixando Billy, o filho do casal, com o pai. Ted então tem que se preocupar com o menino, dividindo-se entre o trabalho, o cuidado com o filho e as tarefas domésticas. Quando consegue ajustar a estas novas responsabilidades, Joanna reaparece exigindo a guarda da criança. Ted porém se recusa e os dois vão para o tribunal lutar pela custódia de Billy.

Principais Prêmios:  Oscar 1980 (EUA). Venceu em cinco categoria: melhor filme, melhor diretor, melhor ator (Dustin Hoffman), melhor atriz coadjuvante (Meryl Streep) e melhor roteiro adaptado.

2º Gente como a Gente (1981)

A estreia de Robert Redford em direção de filmes. É outro grande drama familiar.

Elenco:

  • Donald Sutherland …. Calvin Jarrett
  • Mary Tyler Moore …. Beth Jarrett
  • Judd Hirsch …. dr. Tyrone C. Berger
  • Timothy Hutton …. Conrad Jarrett
  • M. Emmet Walsh …. treinador Salan
  • Elizabeth McGovern …. Jeannine Pratt
  • Dinah Manoff …. Karen
  • Fredric Lehne …. Lazenby
  • James Sikking …. Ray Hanley
  • Basil Hoffman …. Sloan
  • Scott Doebler …. Jordan ‘Buck’ Jarrett
  • Quinn K. Redeker …. Ward
  • Mariclare Costello …. Audrey
  • Meg Mundy …. avó
  • Elizabeth Hubbard …. Ruth

Sinopse:

Relata a transformação na vida de uma família causada por um acidente, que vitimou um dos filhos. Conrad, o irmão da vítima se sente culpado, acreditando ter sido o responsável pela tragédia, enquanto que Beth, a mãe, se esforça para manter as aparências, de modo que todos permaneçam unidos até o fim.

Principais Prêmios: Oscar 1981 (EUA). Vencedor de quatro prêmios, nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor ator coadjuvante (Timothy Hutton) e melhor roteiro adaptado. Globo de Ouro 1981 (EUA). Venceu nas categorias de melhor filme – drama, melhor diretor, melhor atriz – drama (Mary Tyler Moore), melhor ator coadjuvante (Timothy Hutton) e melhor revelação masculina (Timothy Hutton).  Prêmio NYFCC 1980 (New York Film Critics Circle Awards, EUA). Venceu na categoria de melhor filme.

3º Carruagem de Fogo (1982)

A trilha sonora já diz tudo, sempre que é usada para indicar uma superação de vida, pois o próprio filme é superação.

Elenco:

Sinopse :

O filme mostra a preparação da equipe olímpica de atletismo da Grã-Bretanha para os Jogos Olímpicos de 1924, em Paris.

Principais Prêmios :

Oscar 1982 (EUA). Venceu na categoria de Melhor filme, Melhor roteiro original (Colin Welland), Melhor figurino (Milena Canonero) e Melhor trilha sonora (Vangelis). BAFTA 1982 (Reino Unido). Venceu nas categorias de Melhor filme, Melhor ator coadjuvante/secundário (Ian Holm) e Melhor figurino. Festival de Cannes 1981 (França). Venceu na categoria de Melhor ator coadjuvante (Ian Holm). Globo de Ouro 1982 (EUA). Venceu na categoria de Melhor filme estrangeiro. Prêmio NYFCC 1981 (EUA). Venceu na categoria de Melhor fotografia. Academia Japonesa de Cinema 1983 (Japão). Venceu na categoria de Melhor Filme em língua estrangeira.

4º Gandhi (1983)

Um filme biográfico sobre uma nas mais importantes figuras do mundo.

Elenco:

Sinopse :

Desde o século XVIII, por meio da Companhia Inglesa das Índias Orientais, o Império Britânico passou a colonizar gradativamente o território indiano, assumindo já no século XIX, todo o controle político e consequentemente o domínio militar e cultural. A trajetória de lutas pela independência da Índia teve um importante marco com a Revolta dos Cipaios (1857), que foi sufocada pelo Imperialismo britânico. Outro grande marco de lutas pela liberdade indiana foi a propagação da política de não-violência liderada por Mahatma Gandhi.

É justamente sobre esse tema que Richard Attenborough dirige seu filme biográfico. Trata-se de um filme indicado para o Oscar em onze categorias e ganhador de oito – um drama biográfico produzido por ingleses e indianos. O filme começa com o assassinato do grande líder e seqüencialmente com o seu cortejo fúnebre. Em flashback, volta-se ao passado, para o tempo em que o jovem advogado Gandhi encontrava-se na África do Sul. Período esse em que teve contato pela primeira vez com o regime de extrema discriminação racial – o apartheid. Acredita-se que o episódio em que fora expulso de um trem por se recusar a deixar a primeira classe, seja o “despertar de sua consciência social”, sua visão humanista e universalizante.

O diretor procura enfatizar mais elementos idealistas da política de Gandhi – elementos esses muito admirados pelo Ocidente -, do que o central de suas idéias políticas. A partir de então, começam as inúmeras manobras de desafio às autoridades britânicas em nome dos direitos civis da minoria hindu na África do Sul, contestando o sistema social baseado na desigualdade: se apropria da desobediência como instrumento para tanto. É interessante notarmos nessa questão o direcionamento dos protestos não irem além da crítica à negação ao povo hindu da cidadania naquela colônia inglesa.

No seu retorno à Índia, em 1915, cena em que tem seu primeiro contato com Jawaharlal Nehru, é ovacionado por inúmeros indianos que o aguardavam. A sua popularidade já é notória tanto entre hindus e muçulmanos, quanto para os ingleses na Índia indicando o impacto das suas campanhas de enfrentamento às políticas de dominação inglesa na África do Sul. Podemos imaginar o seu período de passagem pela colônia sul-africana como de um laboratório. Foi lá que fez uso da desobediência civil pela primeira vez, fez uso da técnica que chamou de “Satyagraha” (força da verdade) – negação à submissão da injustiça contra a obrigatoriedade de registro do povo hindu; mobilizou os trabalhadores para protestar por conquista de direitos dos indianos na África do Sul, entre algumas manifestações que evidenciaram a aplicabilidade da técnica da desobediência como instrumento de confrontação e mobilização das massas indianas.

A partir de 1915, tem contato com as figuras ativistas do processo histórico de independência indiana, o Congresso Nacional Indiano é incentivado a escrever conscientizando a sociedade hindu e muçulmana na luta pela independência. De início o notório advogado indiano ainda não estava ganho para a luta pela independência da Índia. Afirmava não conhecer a sua terra natal. Após atravessar o subcontinente indiano em viagem de trem, presencia o elevado grau de pobreza das castas mais baixas e as desigualdades inerentes à estrutura social da Índia.

Desde o início do filme, podemos observar o seu caráter conciliador: Gandhi é o elo que unificam hindus e muçulmanos no processo de libertação do domínio imperialista britânico. Não só suas idéias políticas – que alcançaram ampla mobilização de massas, até mesmo a simpatia dos trabalhadores da indústria têxtil britânica – mas sua presença personifica o cerne de suas pretensões. A suas propostas de desafio e efetivas conquistas parciais para o povo indiano desde a África do Sul delineiam uma trajetória que transitou de líder político para celebridade mundialmente reconhecida.

A política da não-agressão alcançou não só o apoio das massas, mas também a burguesia indiana e o reconhecimento internacional. No entanto, sua aplicabilidade foi pensada para a realidade daquela Índia de inícios do século XX.

O carisma de Mahatma Gandhi teve força para mobilizar as massas indianas, sendo a independência o propósito libertador que unia hindus e muçulmanos. Algo incomparável com as tentativas de pressão da Liga Muçulmana por meio de ataques terroristas. Quando dos momentos em que Mahatma Gandhi já está ativamente inserido nas lutas pela independência, este é sempre enquadrado ao lado de Pandit Nehru representando o papel deste como braço-direito do Mahatma.

Pouco a pouco, levando suas palavras motivadoras e pacifistas aos diversos povos por toda a Índia, Gandhi vai sistematicamente minando o sistema de dominação inglês: a união de hindus, siques e muçulmanos pela independência, a recusa dos camponeses em pagar os impostos, igualdade para as mulheres, a recusa à bebida alcoólica, o boicote ao tecido inglês, a marcha do sal, forçaram o Vice-rei da Índia a ceder a políticas reformadoras paulatinamente, desmoralizando a dominação inglesa. Nesse período Gandhi já sabia que a independência era questão de tempo.

Ao final, durante as conversações para o estabelecimento do Estado indiano independente, podemos verificar o início do que representaria mais tarde o maior desapontamento de Mahatma Gandhi: a divisão do país e a fundação do Domínio do Paquistão, em 1947 numa porção leste e outra à noroeste da Índia. Manter a Índia unificada entre hindus, siques e muçulmanos era uma pretensão nacionalista baseada em princípios e ideais humanistas, porém de fato seria insustentável.

O carismático Gandhi teve força para manter os povos unidos contra a dominação imperialista britânica, mas não o bastante para conter interesses conflitantes de muçulmanos e hindus. Se por um lado estava representado na fundação do Paquistão um duro golpe nos ideais nacionalistas de Gandhi, sua maior vitória está na consolidação da independência indiana, diante de uma Inglaterra desmoralizada pela incapacidade de conter as mobilizações das massas baseadas na prática da não-violência.

Outra questão a ser considerada é a divisão social hindu baseada no sistema de castas, uma casa de marimbondos que sabiamente Gandhi não ousou mexer.

Principais Prêmios:

Oscar : foi indicado em 11 categorias e venceu 8 categorias.

  • Melhor Filme
  • Melhor Diretor
  • Melhor Ator
  • Melhor Roteiro Original
  • Melhor Direção de Arte
  • Melhor Fotografia
  • Melhor Figurino
  • Melhor Edição

BAFTA Foi nomeado para 17 prêmios BAFTA em 1983, tendo vencido em cinco categorias:

  • Melhor Filme
  • Melhor Diretor
  • Melhor Ator
  • Melhor Estreante
  • Melhor Atriz Coadjuvante

Recebeu o Prêmio David di Donatello 1983 nas categorias de Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Produtor Estrangeiro. Recebeu também o Prêmio David Europeu.

Golden Globe Awards Recebeu o Golden Globe Awards em 1993 nas categorias:

  • Melhor Ator de Cinema – Drama
  • Melhor Diretor de Cinema Melhor Filme Estrangeiro
  • Melhor Roteiro de Cinema

N*ova Estrela de Cinema Maculino

5º Laços de Ternura (1984)

Parece que a década é de filmes com dramas familiares. Este é mais um, um drama típico do suburbio americano: a matriarca que descobre que ainda é capaz de se apaixonar, a filha frágil que descobre uma doença e uma traição.

Elenco :

Sinopse: O filme relata a história de três décadas de relacionamento conflituoso entre uma mãe viúva e sua filha. Porém, tudo muda quando a filha descobre que está com câncer e, ao mesmo tempo, descobre que foi traída pelo marido, e a mãe passa a se interessar por um vizinho, ex-astronauta e paquerador.

Principais Prêmios: Oscar 1984 (EUA). Vencedor nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor atriz (Shirley MacLaine), melhor ator coadjuvante (Jack Nicholson) e melhor roteiro adaptado. Globo de Ouro 1984 (EUA). Vencedor nas categorias de melhor filme – drama, melhor atriz – drama (Shirley MacLaine), melhor ator coadjuvante (Jack Nicholson) e melhor roteiro. BAFTA 1985 (Reino Unido). Vencedor na categoria de melhor atriz (Shirley MacLaine). Prêmio David di Donatello 1984 (Itália). Vencedor na categoria de melhor atriz estrangeira (Shirley MacLaine). Prêmio NSFCA 1984 (National Society of Film Critics Awards, EUA). Vencedor nas categorias de melhor atriz (Debra Winger) e melhor ator coadjuvante (Jack Nicholson). NYFCC Award 1983 (New York Film Critics Circle Awards, EUA). Venceu na categoria de melhor filme, melhor atriz (Shirley MacLaine), melhor ator coadjuvante (Jack Nicholson).

Veja a segunda parte…

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5 Tiras do Barney Stinson – How i met your mother

Para os fãs de Barney Stinson, sabe que essas são meio que inevitaveis dele dizer haha

 

https://i1.wp.com/www.thebrocode.org/wp-content/uploads/2010/09/barney_stinson.jpg

1- This’ll be legen…wait for it…dary
2- I’m awesome ou This’s awesome
3 – High five
4 – True Story
5 – This is so going in my blog

Nem traduzi para o português porque iria ficar chato sabe…

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Resenha de “O último exorcismo”

Colocaremos aqui a Resenha do filme: O último exorcismo, com opinioes minha, e do meu ‘socio’ Donald

—MATHEUS:

Daniel Stamm, o diretor de “O último exorcismo” é o diretor e escritor também de “A necessary Death” (2008) e alguns outros filmes, citei esse porque a sinopse pareceu interessante e foi bem avaliado. Irei assistir.

Um filme com poucos sustos, e péssimo momento para créditos.

O filme no total, tem buracos e os créditos meio que aparece numa hora que faz a galera ficar com ar de decepção. Eu, tinha visto trailers e tudo mais, achei que iria ser um filme “forte” como o Exorcista, por exemplo. Mais me decepsionou também.

O filme é um documentario sobre o que o padre faz, mais no caso, ele está relatando o ùltimo exorcismo dele.
O padre Cotton, que prega desde novo, já não sabia se acreditava em Deus e Diabo, porém, achando que o estado possuído era apenas um estado psicologico, fazia falsos exorcismos, para essas pessoas recuperarem seu estado normal, e desta vez , ele relata como ele faz toda trapaça e tudo mais. Porém ai que não da tudo certo, uma vez que a garota Nell parece estar possuída mesmo. E o filme se desenrola basicamente disso.

Como eu falei, me arrependir de ir ver o filme, já que, basicamente tem 2 ou 3 partes que as pessoas tomaram susto, e o diretor perdeu vários momentos oportunos para fazer cenas para assustar a galera. Certa hora todo mundo pensa que ela está numa gravidez de incesto e logo depois muda a idéia. E o filme estava caminhando para uma garota que sem razão apresentada está possuída por um demônio e logo perto do fim, acontece algo meio que “no-sense”.

Enfim, o filme está de nota 3 de 10 já que um filme de terror deveria ser de terror mesmo, ainda mais esses de exorcismos que me deixam acordados sempre…

— DONALD:

Hoje, eu ví um filme q eu achei que seria um dos melhores depois de “A Bruxa de Blair”.

“O Ultimo Exorcismo”, um filme em “primeira pessoa” (com câmera fixa, como “Atividade paranormal”, “Rec”, etc…).

Achei que teria o mesmo medo que senti quando vi A Bruxa de Blair. Me enganei.

Claro que os diretor Daniel Stamm e os escritores Huck Botko e Andrew Gurland, se basearam na visao de filmes  anteriores (e bem melhores) com a visao de uma câmera apenas. Mas a ideia nao foi bem concluida.

No filme, o padre Cotton  , era um exorcista bem sucedido, com mulherer e filho, que nao acredia muito em céu e inferno. E acha que o estado “demoniaco” das pessoas, quando estao possuídas é apenas pscicologico.
Para provar isso a ele mesmo, quando é chamado para fazer um exorcismo na pequena Nell, prepara coisas para provar  que é tudo uma farsa, colocando “truques” na casa, que fazem as coisaas se mecherem, sons estranhos, apenas para a vítima pensar que seu exorcismo foi bem sucedido e que o demonio foi embora. Segundo ele era tudo psicologico, se você conseguisse fazer a pessoa pensar que está livre, automaticamente seu psicologico não vai agir de forma estranha
Mas a coisa fica feia quando as coisas nao sai exatamente como o planejado. E ai desenrolasse um filme que fica meio estranho perto do final, isto é, muda as direções do filme, do que ele estava focado e tudo mais, sai sem muitas explicações.

O diretor deixou a desejar alguns sustos , que poderiam ser levados , se não fosse pela sua burrice. O filme vem se desenrolando devagar, porém chega aos créditos de forma rídicula.

Deixa vários buracos no filme. Não se diz porque a menina foi possuida, deixa uma impressão de que a gravidez foi um incesto, e logo depois vai para outras direções.

O diretor Daniel Stamm já escreveu e dirigiu outros filmes assim como, The necessary Death, não assisti ainda, mas baseando-se nesse ultimo filme dele, perdi a vontade de conferir-lo

Qualificando este filme como bom,ruim e médio classificaria como péssimo devido ao seu horrivel final

by:Donald & Matheus- 11/10/10

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