Grandes Filmes que Venceram o OSCAR de 1980 – 1989/ parte II

Continuando nossa jornada aos filmes da Década de 80…

Agora são os Filmes de 1985 – 1989….

6º Amadeus (1985)

Esse filme é uma verdadeira Loucura….

O roteiro é baseado na peça homônima do próprio Shaffer, livremente inspirado nas vidas dos compositores Wolfgang Amadeus Mozart e Antonio Salieri, que viveram em Viena, na Áustria, durante a segunda metade do século XVIII. Este  filme foi indicado para 53 prêmios, e recebeu 40, incluindo oito Oscars (entre eles o de melhor filme), quatro prêmios BAFTA, quatro Globos de Ouro e um prêmio DGA.

(Não falei que era uma loucura !!!)

Elenco:

Sinopse:

O filme se inicia em 1823, quando Salieri, já velho, tenta cometer suicídio, cortando sua garganta enquanto grita por perdão, por ter matado Mozart, há muito já falecido. Após ser internado num hospício, é visitado por um jovem padre, que procura obter a sua confissão. Salieri está amargo e pouco interessado; porém eventualmente fica à vontade com o padre e inicia uma longa “confissão” sobre seu relacionamento com Mozart. As cenas deste diálogo voltam, ao longo do filme, como se a trama estivesse sendo narrada por Salieri para o padre, durante toda uma noite, até o início da manhã seguinte.

Salieri relembra sua juventude, em particular sua devoção a Deus e seu amor pela música, e como ele prometeu a Deus permanecer celibatário, como forma de sacrifício, se pudesse devotar, de alguma maneira, sua vida à música. Descreve como os planos de seu pai para ele envolviam os negócios, porém sugere que a sua morte repentina, engasgado durante uma refeição, teria sido “um milagre” que permitiu que Salieri fosse atrás de uma carreira musical. Sua narrativa vai então para o início de sua vida adulta, quando se junta à elite cultural da Viena do século XVIII (“cidade dos músicos“); Salieri começa sua carreira como um homem devoto e temente a Deus, que acredita que seu sucesso e talento como compositor são recompensas divinas por sua fé, e está satisfeito como compositor da corte para o imperador do Sacro Império Romano-Germânico José II.

Mozart chega em Viena com o seu mecenas, o conde Hieronymus von Colloredo, arcebispo de Salzburgo. Enquanto Salieri observa Mozart secretamente, no palácio do arcebispo, sem ser apresentado a ele, e o percebe como uma pessoa irreverente e lasciva, ao mesmo tempo em que reconhece o imenso talento de suas obras. Em 1781, quando Mozart é apresentado ao imperador, Salieri presenteia ao jovem compositor uma “Marcha de Boas-Vindas”, que ele havia tido certo trabalho para terminar; nesta mesma reunião, Mozart mostra pela primeira vez sua tradicional risada infantil, que é ouvida pelo resto do filme. Após ter ouvido a marcha apenas uma vez, Mozart espontaneamente “improvisa” com a peça, sem fazer muito esforço, e transforma a “brincadeira” de Salieri na melodia da ária “Non più andrai”, de sua ópera As Bodas de Fígaro.  Salieri fica abalado com a ideia de que Deus estaria falando através do infantil e petulante Mozart, cuja música ele via como milagrosa. Gradualmente, sua fé é abalada; ele imagina Deus, através da genialidade de Mozart, rindo cruelmente de sua mediocridade musical. Os esforços de Salieri com Deus são intercalados com as cenas que mostram os próprias episódios de Mozart em sua vida em Viena; o orgulho da recepção inicial de sua música, a ira e a incredulidade diante do seu tratamento subsequente pelos italianos na corte do imperador; a felicidade com sua esposa, Constanze, e seu filho, Wolfgang, e o luto pela morte de seu pai, Leopold. Mozart começa a ficar cada vez mais desesperado, à medida que os gastos da família aumentam e as ofertas de trabalho diminuem. Quando Salieri se inteira da situação financeira de Mozart, finalmente enxerga uma chance de se vingar, usando o “Preferido de Deus” como seu instrumento.

Salieri engendra então uma trama complexa, para conquistar a vitória derradeira sobre Mozart e sobre Deus. Vestido com uma máscara e uma capa semelhante à que ele vira Leopold vestindo, ele contrata Mozart para lhe compor uma missa de requiem, com um pagamento adiantado e a promessa de uma quantidade enorme de dinheiro ao término da composição. Mozart aceita e começa a compor sua última obra, o Missa de Requiem em ré menor, sem desconfiar da identidade de seu mecenas misterioso e de seu plano: matar o jovem compositor assim que a obra estivesse completa, para assumir a sua autoria. Ao entrar em detalhes a respeito de como ele poderia cometer esse assassinato, Salieri descreve, arrebatado, a admiração de seus colegas e da corte, enquanto aplaudiriam o seu suposto requiem; apenas ele próprio e Deus saberiam a verdade – que Mozart teria composto um requiem para si próprio, e que Deus só podia assistir enquanto Salieri finalmente recebia a fama e o renome que ele acreditava merecer.

A situação financeira de penúria de Mozart continuava, e as exigências impostas sobre ele pela composição simultânea do Requiem e da Flauta Mágica o levam à completa exaustão; após diversas brigas, Constanze o abandona, levando o filho com ela. Sua saúde, já fragilizada, piora, e ele desmaia durante a performance de estreia da Flauta Mágica. Salieri leva um Mozart extremamente doente para a sua casa, e o ilude para que continue a compor o Requiem, deitado naquele que seria seu leito de morte. Mozart dita a obra para que Salieri a transcreva à partitura (o que de fato teria acontecido, embora não com Salieri e sim com dois de seus pupilos, Joseph Eybler e Franz Xaver Süssmayr), por toda a madrugada. Constanze, arrependida de sua fuga, retorna pela manhã, e ordena a Salieri que vá embora, arrancando os manuscritos das mãos de Salieri e guardando-os. Quando ela vai acordar Mozart, ele já está morto. O Requiem está incompleto, e Salieri só pode assistir enquanto o corpo de Mozart é levado para fora de Viena, onde é enterrado numa vala comum.

O filme termina quando Salieri termina de narrar sua história ao jovem padre, visivelmente abalado. Salieri conclui afirmando que Deus preferiu matar Mozart a permitir que ele, Salieri, partilhasse de uma parcela ínfima de sua glória, e que ele está destinado a ser o “padroeiro da mediocridade”. Salieri então “absolve” o padre de sua próprio mediocridade, e passa a “absolver” os outros pacientes do hospício na medida em que é levado embora em sua cadeira de rodas. O filme se encerra, e antes dos créditos ainda se ouve a cômica risada de Mozart.

Principais Prêmios: Oscar 1985 (EUA). Venceu  nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor ator (F. Murray Abraham), melhor direção de arte (Karel Černý e Patrizia von Brandenstein), melhor figurino (Theodor Pištěk), melhor maquiagem (Dick Smith e Paul LeBlanc), melhor som (Mark Berger, Thomas Scott, Todd Boekelheide e Christopher Newman) e melhor roteiro adaptado (Peter Shaffer). Globo de Ouro 1985 (EUA). Venceu nas categorias de melhor filme – drama, melhor diretor, melhor ator – drama (F. Murray Abrahams) e melhor roteiro. BAFTA 1986 (Reino Unido). Venceu nas categorias de melhor fotografia, melhor edição, melhor maquiagem e melhor som. Prêmio César 1985 (França). Venceu na categoria de melhor filme estrangeiro. Academia Japonesa de Cinema 1986 (Japão). Venceu na categoria de melhor filme estrangeiro. Prêmio David di Donatello 1985 (Itália). Venceu nas categorias de melhor diretor, melhor ator estrangeiro (Tom Hulce) e melhor filme estrangeiro. Prêmio do Los Angeles Film Critics Association 1984 (EUA). Venceu nas categorias de melhor ator (F. Murray Abraham juntamente com Albert Finney por Under the Volcano), melhor diretor, melhor filme e melhor roteiro (Peter Shaffer). Prêmio Eddie (EUA). Venceu na categoria de melhor edição em longa-metragem (Nena Danevic e Michael Chandler). Prêmio do Casting Society of America (EUA). Venceu na categoria de melhor elenco em longa-metragem (Mary Goldberg). Prêmio DGA (EUA). Venceu na categoria de realização notável de um diretor em longa-metragem. Prêmio do Kansas City Film Critics Circle (EUA). Venceu n categoria de melhor ator (F. Murray Abraham). Nastro d’Argento (Itália). Venceu nas categorias de melhor ator – filme estrangeiro (Tom Hulce) e melhor direitor – filme estrangeiro (Miloš Forman).

7º Entre Dois Amores (1986)

Este filme é do genêro drama biográfico que como a história de uma África que poucos sabemos. Foi produzido e dirigido por Sydney Pollack, com os atores Meryl Streep e Robert Redford. O orçamento de Entre Dois Amores foi de 31 milhões de dólares.

(Já disse para vocês que minha atriz favorita é a Meryl Streep, acho ela fantástica e de uma beleza difernte. A cada filme eu me surpreendo mais.)

O roteiro, de Kurt Luedtke, é baseado no livro autobiográfico de Isak Dinesen (pseudônimo de Karen Blixen) chamado Den afrikanske Farm, publicado em Londres em 1937, e em Nova Iorque em 1938, bem como na obra Shadows on the Grass, de Dinesen, e em outras fontes. O papel de Karen teria sido primeiramente oferecido à Audrey Hepburn, antes de ser aceito por Streep – que treinou o sotaque dinamarquês escutando gravações de Dinesen.

Elenco:

Sinopse:

O livro e o filme relatam a história real da baronesa dinamarquesa Karen von Blixen-Finecke, uma mulher independente e forte que dirige uma plantação de café no Quênia, por volta de 1914. Para sua total surpresa, ela se descobre apaixonada pela África e pela sua gente. Casada por conveniência com o Barão Bror von Blixen-Finecke, apaixona-se pelo misterioso caçador Denys Finch Hatton.

Principais Prêmios: Oscar 1986 (EUA). Vencedor nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro adaptado, melhor fotografia, melhor trilha sonora original, direção de arte e melhor som. Globo de Ouro 1986 (EUA). Venceu nas categorias de melhor filme – drama, melhor trilha sonora original – cinema e melhor ator coadjuvante – cinema (Klaus Maria Brandauer). BAFTA 1987 (Reino Unido). Vencedor nas categorias de melhor roteiro adaptado, melhor fotografia e melhor som. Prêmio César 1987 (França). Indicado na categoria de melhor filme estrangeiro. Prêmio Eddie 1986 (American Cinema Editors, EUA). Indicado na categoria de melhor edição. Academia Japonesa de Cinema 1987 (Japão). Indicado como melhor filme estrangeiro. Prêmio David di Donatello 1986 (Itália). Venceu nas categorias de melhor atriz estrangeira (Meryl Streep) e melhor filme estrangeiro.

8º Platoon (1987)

Na minha opinião eu amo e odeio  este filme. Amo porque mostra uma realidade que poucos conseguiram transmitir para as telas e odeio por causa das cenas de horror e violência. Mas não deixa de ser um ótimo filme de Guerra. Este filme é usado na matéria de História, pois é o mais completo sobre o assunto da Guerra do Vietnã.

O roteiro é baseado na experiência pessoal de Oliver Stone na guerra do Vietnã, e num roteiro que ele finalizou por volta de 1976. O orçamento de Platoon foi de 13 milhões de dólares, sendo que arrecadou a quantia de 137 milhões de dólares apenas nas bilheterias.

Elenco:

Sinopse:

O filme mostra os horrores da guerra do Vietnã através dos olhos de Chris, um jovem recruta estadunidense que se alista voluntariamente para o combate.

Na guerra, o jovem trava contato com os sargentos Barnes e Elias: o primeiro, um assassino brutal e psicopata; e o segundo, um pacifista inteligente e sensível.

Curiosidades:

  • As filmagens foram realizadas em seqüência e, a medida que os personagens morriam na tela, os atores eram mandados para casa. A emoção que Charlie Sheen demonstra na cena final, quando ele entra no helicóptero, foi real, pois ele finalmente sabia que estava retornando para casa.
  • Johnny Depp tinha 22 anos de idade na época em que o filme foi realizado e aquela foi a primeira vez que ele saiu dos Estados Unidos, uma vez que as filmagens foram realizadas nas Filipinas.
  • Keanu Reeves recusou o papel de Chris Taylor.
  • O papel de sargento Barnes foi originalmente oferecido a Kevin Costner.

Principais Prêmios: Oscar 1987 (EUA). Vencedor nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor som e melhor montagem. Festival de Berlim 1987 (Alemanha). Vencedor do Urso de Prata de melhor direção (Oliver Stone). Globo de Ouro 1987 (EUA). Vencedor nas categorias de melhor filme – drama, melhor direção (Oliver Stone) e melhor ator coadjvuante (Tom Berenger). Independent Spirit Awards 1987 (EUA). Vencedor nas categorias de melhor filme, melhor diretor (Oliver Stone), melhor fotografia e melhor roteiro. Academia Japonesa de Cinema 1988 (Japão). Venceu na categoria de melhor filme estrangeiro. BAFTA 1988 (Reino Unido). Venceu nas categorias de melhor direção e melhor edição.

9º O Último Imperador (1988)

É um filme co-produzido pelo Reino Unido, Itália, França e China de 1987, do gênero drama biográfico e dirigido por Bernardo Bertolucci.

Quando lançado pela primeira vez, o filme possuia 160 minutos; a versão estendida atualmente disponível em DVD possui 218 minutos. O filme foi escrito por Mark Peploe e Bernardo Bertolucci, e foi considerado um retrato plausível da vida de Aisin-Gioro Pu Yi. Este foi o primeiro longa-metragem a ter autorização do governo da República Popular da China para filmar na Cidade Proibida. O filme ganhou o prêmio Oscar em todas as nove categorias em que foi indicado. 19 mil extras foram utilizados no decorrer das filmagens. Ruocheng Ying, que fez o papel de governador, era, por ocasião das filmagens, o vice-presidente do departamento de Cultura da República Popular da China.

(eu ainda tenho muito medo da China!!!)

Elenco:

  • John Lone …. Pu Yi adulto
  • Joan Chen …. Wang Jung
  • Peter O’Toole …. Flemming Johnson
  • Ruocheng Ying …. o governador
  • Victor Wong …. Chen Pao Shen
  • Dennis Dun …. Big Li
  • Ryuichi Sakamoto …. Masahiko Amakasu
  • Maggie Han …. Jewel
  • Ric Young …. investigador de Foo Shoe
  • Vivian Wu …. Wen Hsiu
  • Chen Kaige …. capitão da Guarda Imperial

Sinopse:

O filme conta a história da vida de Aisin-Gioro Puyi, o último imperador da China Imperial. Com a vitória comunista em 1949 Puyi é entregue para a China – havia sido capturado por tropas soviéticas em 1945, considerado criminoso de guerra, ficara preso em um gulag até essa data. Através de flashes, o último imperador recorda a sua infância, foi proclamado imperador muito precoce, e como teve de viver isolado na Cidade Proibida – palácio imperial chinês localizado no meio de Pequim – com a restauração da república em 1912. Após, ele recorda como tornara-se um imperador fantoche em Manchukuo (1932 – 1945), então, sob o domínio japonês, razão pela qual é julgado pelo tribunal de Crimes de Guerra de Tóquio em 1946. Puyi vive, então, a partir de 1949, em um presídio para reeducação na China até 1959, ano no qual passa a ter uma vida comum em Pequim trabalhando como jardineiro no jardim botânico da cidade. Posteriormente atuou como bibliotecário da “Conferência Consultiva Política do Povo Chinês”. A partir de 1964, tornou-se membro dessa instituição. Escreveu uma autobiografia A primeira metade de minha vida, traduzido em inglês como From Emperor to Citizen. Casado várias vezes (com duas imperatrizes e três concubinas), morreu em 1967 de um câncer renal, sem deixar descendentes.

Principais Prêmios: Oscar 1988 (EUA). Venceu nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor fotografia (Vittorio Storaro), melhor direção de arte, melhor figurino, melhor edição, melhor trilha sonora, melhor som e melhor roteiro adaptado. Prêmio Eddie 1988 (American Cinema Editors, EUA). Venceu na categoria de filme melhor editado. Globo de Ouro 1988 (EUA). Venceu nas categorias de melhor filme – drama, melhor diretor, melhor roteiro e melhor trilha sonora. Academia Japonesa de Cinema 1989 (Japão). Venceu na categoria de melhor filme estrangeiro. BAFTA 1989 (Reino Unido). Venceu nas categorias de melhor filme, melhor figurino e melhor maquiagem. Prêmio César 1988 (França). Venceu na categoria de melhor filme estrangeiro. Prêmio David di Donatello 1988 (Itália). Venceu nas categorias de melhor fotografia, melhor figurino, melhor diretor, melhor edição, melhor produção, melhor cenografia, melhor roteiro e melhor ator coadjuvante (Peter O’Toole). Grammy 1989 (EUA). Venceu na categoria de melhor álbum instrumental composto para o cinema. Prêmio NYFCC 1987 (New York Film Critics Circle Awards, EUA). Venceu na categoria de melhor fotografia.

10º Rain Man (1989)

Este filme é realmente magnifico.  Ele é singular e tem uma ternura que si só o faz ser único. Gênero drama, dirigido por Barry Levinson.

Elenco:

Sinopse: Conta a história de Charlie Babbitt, um jovem que viaja a um hospital psiquiátrico para tentar descobrir quem é o beneficiário da fortuna que seu pai deixara ao falecer, já que para Charlie ele deixara apenas rosas premiadas e um carro. Ao chegar ao hospital, Charlie descobre que o beneficiário é Raymond, um irmão mais velho autista de quem nunca ouvira falar. Para garantir o dinheiro da herança, Charles se aproxima de Raymond, disposto a brigar judicialmente pela guarda legal do irmão. Os dois então viajam pelo país, conhecendo-se e aprendendo a conviver, e passando por inúmeras dificuldades. Aos poucos, o laço entre os dois irmãos ganha força e o dinheiro deixa de ser importante.

Principais Prêmio: Oscar 1989 (EUA).Vencedor nas categorias de Melhor Filme, Melhor Direção (Barry Levinson), Melhor Ator (Dustin Hoffman) e Melhor Roteiro (original). Globo de Ouro 1989 (Associação de Imprensa Estrangeira, EUA). Vencedor nas categorias de Melhor Filme (drama) e Melhor Ator (drama) (Dustin Hoffman). BAFTA 1990 (Inglaterra). Vencedor nas categorias de Melhor Ator (Dustin Hoffman), Melhor Edição e Melhor Roteiro (original). Prêmio César (França). Indicado na categoria Melhor Filme (estrangeiro). Festival de Berlim 1989 (Alemanha). Vencedor na categoria melhor direção (Barry Levinson). Prêmio da Academia Japonesa de Cinema 1990 (Japão). Vencedor na categoria Melhor Filme (estrangeiro). Prêmio Eddie 1989 (American Cinema Editors, EUA). Vencedor na categoria Melhor Edição.

Fiquem Ligados….vamos trazer mais vencedores do OSCAR para Vocês!!!

1 comentário

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